sábado, 9 de agosto de 2008

Boa Leitura

Adorei ler este livro. Só não lí numa tarde porque não posso, pois tenho que atender as crianças e a casa. Mas levei uns três dias, em 4 pegadas. Quando o livro é bom, aí se arruma um jeito de "devorá-lo" rapidamente.
Graças a minha amiga Ana que me emprestou, antes mesmo de ler. Obrigada, Muquinha.

Comentários sobre o livro:

"Khaled Hosseini, mais uma vez, consegue envolver seus leitores com a força das emoções humanas, como poucos escritores sabem fazer." - The New York Times

"Khaled Hosseini sabe contar uma história, envolvendo o leitor com doses exatas de informação e emoção. A cidade do sol prova que o autor do best-seller O caçador de pipas tem vida longa na literatura." - Isto É

"Com detalhes cotidianos do Afeganistão, Khaled Hosseini oferece um retrato da vida no país ao longo das últimas quatro décadas." - Veja

"A cidade do sol faz sucesso com generosas doses de exotismo e drama" - Época

"A nova história de Khaled Hosseini é uma descrição poderosa e perturbadora da violência da guerra, mas também uma evocação lírica da vida e da eterna esperança de duas personagens inesquecíveis." - Publishers Weekly



Patchwork no Isopôr

Quadrinhos em Patchwork

As molduras não eram as de acordo, e não foi muito fácil de fazer. Poderia ficar bem melhor. As fotos tirei à noite e também não ficaram muito boas. Só para constar, os tons deste quadrinho são verde e branco.
Mas isso é coisa minha, sei que muita gente vai gostar.
Eu ví na televisão, e enquanto não comprei as molduras para fazer não sosseguei. Mas tinha que fazer de qualquer jeito, senão eu morria. Assim é bom que desempolgo e não invento mais. Acho que botei cola demais no acabamento, mas assim que foi ensinado...

E estes já não estão mais comigo, dei para a minha irmã Betina, que está fazendo aniversário dia 01/09 e também está se mudando para casa nova.


Frigidaire

Lembram da Frigidaire? As fotos aquí, são de um manual de 1950, muito amarelados.



Zé Carioca

Eu gosto muito desse papagaio. Ele é um carioca típico do samba e do morro. Malandro e Endividado. Achei essa propaganda bem legal, alegre, cheia de vida! Deve ter só uns 10 anos.
Resolví então dividi-la com quem gostar e apreciar.

Bonequinhas da Sorte

Essas bonequinhas foram tiradas da revista Faça e Venda. São bonequinhas vietnamitas, cheias de arroz. Guarda-se três em uma caixinha, quando tivermos um pedido para fazer, as tiramos da caixa até que o pedido se realize.
Abayomi

A mini-boneca acima, foi criada pelas escravas que vinham para o Brasil em navios. Tiradas de sua terra estupidamente, a viagem levava meses e as mães rasgavam suas roupas para fazerem as Abayomis para que as crianças brincassem e se distraissem. Certamente tentando fazer com que as crianças não sofressem.

COMO FAZER UMA ABAYOMI
Essa eu fiz com meia-calça, e ninguém sabe ao certo como eram feitas. No meu caso, inventei, fiz com 4 tiras, duas maiores e duas menores (+ ou - 13 e16 cm de compr. x 3/4cm de largura).

Dei um nó com todas juntas para formar a cabeça, deixando sobrar acima da cabeça uns 2cm, cortando cada um dos 4 ao meio , ficando 8, e então dei alguns nós em cada um formando os cabelos.

Separo as tiras mais curtas e fazendo nós nas pontas, formo as mãos.

Na altura do quadril, faço 2 ou 3 nós um em cima do outro para fazer a bunda e quadril.
E nas pontas das mais compridas, dou nós para formar os pés.

A saia é 1 ou 2 circulos furados no centro e também amarrados na cintura.

A cesta (que era para ser uma fruteira),é feita com canudos de revista coloridos, onde vai se colando a partir do centro.

Os outros objetos são uma lagartixa de miçangas, de um artista local, e o polvinho é de Fernando de Noronha, do projeto Tamar.

Também tem chaveiros da Faça e Venda, com o único jeito que conheço de reciclar retalhos de EVA. Criei também alguns outros modelos, como o peixe e a boca.